ABPY - Associação Brasileira de Profissionais de Yoga

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Pequeno histórico do SINPYERJ

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O Yoga no Brasil teve inicio há cerca de 60 anos, e vinha sendo aplicado em núcleos particulares que orientavam suas práticas chamadas psicofísicas, por profissionais que tinha um tipo de formação oriunda da Ìndia, França e outros paises da Europa, ou de forma autodidata através de literatura chagada ao País.

Nunca havia existido a necessidade de legalização destes profissionais, sendo que em torno de 1960, houve uma admissão na Secretária de Educação, através de provas, que permitia a posse de carteiras profissionais para o ensino particular.

O que posteriormente deixou de existir e perdeu a validade. Em 1-09-1998 a Educação Física obteve uma Lei de regulamentação profissional (Nº 9696) e a partir desta lei, que determinava toda atividade física como inerente ao Conselho de Educação Física, achou por bem incluir o Yoga como atividade física e, portanto pertencente à sua área..

Os representantes do CONFEF, na pessoa do seu presidente, procuraram alguns profissionais de Yoga para que eles se filiassem a esse Conselho, através de um Curso de nivelamento, para que recebessem uma carteira provisória de “especialidade em Yoga”, ou seriam impedidos de trabalhar por estarem fora da legalidade. Iniciaram um processo de ameaças e cartas aos espaços onde havia esta atividade, afirmando ter o direito a fechá-los por ilegalidade e uso indevido da profissão.

As associações já existentes no Brasil, uniram-se então em Federações, Alianças e 4 Sindicatos, na intenção de unir a classe e tentar uma solução legal para o impasse. Para que pudéssemos trabalhar em bases legais, a Federação de Yoga do Rio de Janeiro, assim como algumas dos outros estados, entrou com uma ação na justiça, para que o CREF não pudesse obrigar a afiliação dos profissionais de Yoga. As quais tiveram sentença favorável. Foram feitos movimentos no Rio e São Paulo, como caminhadas as Assembléias Legislativas, listas de adesão aos projetos de lei e contatos com os políticos da época.

Em 2002 o então Deputado ALDO REBELO apresentou o Projeto de lei nº 4680, sendo votado em todas as Comissões sem obstáculos, chegando ao Senado Federal sob o nº0077/02 e tendo tramitado até a CCJ, quando foi retirado pelo Senador Aluízio Mercadantes em virtude da Emenda Const. 19. Em novembro de 2002 formamos em Brasília a Frente Unida pela Regulamentação do Yoga, documento que foi assinado por diversos representantes de classe lá reunidos.

Em visita dos nossos Presidentes a Brasília, recebemos a orientação de refazer o Projeto, com alguns acréscimos, já que por motivos legais , não se pode mais criar Conselhos, como estava no Projeto inicial. O que prontamente procuramos elaborar e agora, aguardamos o momento de entregá-lo a Comissão do Ministério do Trabalho. Estivemos trabalhando no Rio de Janeiro sempre com o intuito de atender a todas as modalidades de atuação da classe, e procurando manter nossas instituições dentro da legalidade. Por estas razões é que continuamos afirmando que Yoga necessita ser uma profissão de Direito, já que atua no Brasil de Fato, há mais de 60 anos, procurando valorizar a qualidade de vida física e mental do brasileiro.

 

 

Alexandre Dos Santos

 

 

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